Ângela Diniz, “legítima defesa da honra” e a importância das medidas protetivas
O ano era 1976. Na véspera do Ano-Novo, em Búzios, Ângela Diniz foi assassinada com quatro tiros — três no rosto e um na nuca — por seu então companheiro, Raul Fernando do Amaral Street, conhecido como Doca Street. À época, o crime foi tratado como homicídio. A figura do feminicídio sequer existia no ordenamento…